Carlos Maciá

Nasci no ano 1977 em Lugo, Espanha. Vivo e trabalho em Madrid. Sou Licenciado em Belas Artes e tenho estudado entre a Universidade Politécnica de Valencia e a Universidade Complutense de Madrid. Exponho regularmente desde o 1998. Entre as minhas obras destacam-se as últimas exposições individuais: Brea Flúor, na Galería Luis Adelantado em Valencia (2016), Cidade Cinza, na Sala Projeto Fidalga em Sao Paulo, Brasil (2015), 249 Litros em MARCO, Vigo (2015), Pavillon Suisse, na Fondation Suisse em París, Francia (2013) o ST. Provisória no Carpe Diem, Arte e Pesquisa em Lisboa, Portugal (2011). Entre as exposições colectivas destaco: Casa-Estudio-Calle-Barrio, no CentroCentro em Madrid (2016), El Público no Centro Federico García Lorca, em Granada (2015), Del rombo al cuadrado hay solo dos líneas na Galería Rosa Santos em Valencia (2015), Hospitalidad no CGAC em Santiago de Compostela (2014), On Painting no CAAM em Las Palmas de Gran Canaria (2013) o Sin motivo aparente no CA2M em Móstoles (2013). De entre os prêmios recebidos destacan as Menciones Honoríficas en Generación 2007 de Caja Madrid e o prêmio ABC 2006. Obteve Becas como a CAM 2008 com destino ao Japón ou Unión FENOSA 2005 com destino a Nova York. Tenho sido becado pela Fundación Pollock-Krasner de Nueva York, durante o periodo 2012/13.

 

1-Carlos Maciá

Artista plástico, pintor.

2. O que vês quando olhas para a tua obra?

Pintura

3. Que elementos não podem faltar numa exposição tua?

A interaccão com o espacio expositivo. 

4. O teu processo artístico em poucas palavras.

Trabalho com e desde a pintura, tratando de puxar seus limites.

5. Artistas vivos ou obras que são uma referência para ti.

Sería muito difícil enumerar a todos. Son muitos, tem ido variando ao longo da minha carreira e em função do trabalho que esteja realizando. 

6. Tendências que tens percebido ou acompanhado na arte contemporânea nos últimos 15 anos.

Só por dizer alguma coisa, ja que esta é uma pergunta para escrever uma tese doutoral, parece evidente que tem acontecido uma disolução dos limites entre as diferentes disciplinas artísticas. 

7. O que é que tu colocarias no teu cabinet de curiosités? 

No meu gabinete estariam todos os erros de todos os meus trabalhos. Todas esas falhas sobre as quais se cimentan as obras.

8. A experiência como artista residente no CDAP.

Não fui residente mas sim fiz uma exposição muito importante no meu percurso artístico. Foi a raíz de um convite do Paulo Reis. E foi precisamente ele que me estimulou a realizar uma serie de trabalhos específicos sobre diferentes espaços do Palacio. Isto abriu uma dinámica nova nas minhas exposições, que tenho continuado em outras situações e que funciona á perfecção com o meu trabalho.

 

Toggle collapsible region

desenvolvido por white imago