Héctor Prats

Sou um artista espanhol cuja prática artística orbita ao redor da disciplina do desenho. Me formei na faculdade de Belas Artes de San Carlos, em Valencia e na VSUP, em Praga. Tenho participado em diversas exposições internacionais, tais como a Mostra da 17ª Bienal de Cerveira, no Carpe Diem Arte e Pesquisa em Lisboa ou na II Moscow International Biennale for Young Art em Mosco, entre outras. Atualmente, quando não estou a fazer desenhos, tento dobrar talheres baratos com o poder da mente (sem sucesso nenhum).

 

1. Héctor Prats.

Artista. Trapaceiro. Bon vivant.

2. O que vês quando olhas para a tua obra?

Frases amáveis cheias de objeções. Ou fósseis do futuro... Segundo o dia.

3. Que elementos não podem faltar numa exposição tua?

A ambivalência.

4. O teu processo artístico em poucas palavras.

Recopilo informação, imagens e ideias. Tomo notas y esboço no meu caderno habitualmente. As vezes desenho de forma mais elaborada aquilo que sobrevive aos processos anteriores.

5. Artistas vivos ou obras que são uma referência para ti.

Os seguintes nomes não tem por que ter relação directa com o meu trabalho, só respondem aos meus interesses artísticos atuais: Hans Oop de Beck, Rinus Van der Velde, Dario Robleto, Mark Dion, Victor Man, Tatiana Trouvé, Carsten Nicolai, Adrián Villar Rojas, Walton Ford, Miguel Noguera.

6. Tendências que tens percebido ou acompanhado nas artes contemporâneas nos últimos 15 anos.

O formalismo zombi, por uma parte, e curators com mais interesse em pendurar selfies no instagram que en gerar "conteudo", por outra.

7. O que é que tu colocarias no teu cabinet de curiosités?

Retratos do rei de Marrocos. Todo estabelecimento marroquino tem um distinto.

8. A experiencia como artista residente no CDAP.

Não fui artista residente no CDAP mesmo que sei agradecer e corresponder os convites. 

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