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Pedro Calapez, Obras escolhidas 1992/2004

A Sala de Leitura Paulo Reis recomenda o catálogo do artista, quem participou no 10º programa expositivo do Carpe Diem Arte e Pesquisa durante 2012.

O catalogo Pedro Calapez, Obras escolhidas 1992/2004 foi publicado a partir duma exposição do artista no Centro de Arte Moderna Jozé de Azeredo Perdigão, durante 2004. O conjunto das obras expostas, produzidas entre 1992 e 2004 e recolhidos neste catálogo, procura pontos de fractura, sinais de descontinuidade e desvio. Selecionados à margem de um critério especificamente retrospectivo, os trabalhos pretendem dar conta da obra do artista, deixando ver com clareza a linha que ela vai desenhando, mas também as alterações, as invenções, as continuidades e as mudanças que a vão constituindo.

Outros livros e catálogos do mesmo autor na nossa colecção: Lugares de Pintura; Textos, Transparencias; Band; Abstract; Ornamento escondido; Campo de Sombras; Branca e Neutra Claridade; Cidades Contínuas, Studiolo; entre outros.

Multiverso de Carla Chaim

A Sala de Leitura Paulo Reis recomenda o livro de Carla Chaim, quem participou no 17º programa de exposições do Carpe Diem Arte e Pesquisa, durante 2014.

Os nomes do livro–objeto Multiverso e da instalação Colapso de onda foram apropriados da física quântica por Carla Chaim, para potencializar a correlação poética entre os dois únicos trabalhos que integram esta mostra: Colapso de onda, apresentada pela artista no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, em novembro de 2015.

O livro-obra Multiverso, foi produzido por meio de dobras das páginas e pela subsequente aplicação do grafite em pó entre elas. Ao ser manipulado, torna-se suporte de situações experimentais, uma vez que recria permanentemente desenhos e composições em espaços múltiplos cuja conclusão definitiva é marcada pela impressão deste livro, especialmente concebido como obra. Para a artista, “cada página acaba contendo todas as outras, o que relaciono com todos os ‘universos’ do Multiverso”.

Este projeto foi contemplado com o Prêmio CCBB Contemporâneo 2015-2016.

Araki by Araki

A Sala de Leitura Paulo Reis recomenda o livro Araki by Araki. The photographer´s personal selection do artista japonês, Nobuyoshi Araki.  

Registro da carreira artística do enfant terrible do mundo artístico do Japão, o livro conta com 2002 fotografias e foi publicado para marcar o aniversario numero 63 do artista. Uma coleção de imagens que abrange a completa carreira profissional do Araki, entre 1963 e 2002.

  

Adrian Paci

A Sala de Leitura Paulo Reis recomenda o catálogo do artista Adrian Paci, quem participou no 8º programa expositivo do Carpe Diem Arte e Pesquisa no 2011.

Este catálogo foi publicado em conjunto com a exposição do artista na Galleria Civica di Modena, no Pallazo Santa Marguerita, na cidade de Modena entre o 14 de maio e o 16 de julho de 2006.

Outros catálogos do mesmo autor na nossa coleccâo: Electric Blue; Premio Primo Pascali 2007.

Arte Jovem 2016

O Carpe Diem Arte e Pesquisa lança, em 2016, um concurso-prémio nacional dirigido a alunos dos cursos de artes visuais (licenciaturas e mestrados) finalistas em 2016 e, também, a alunos que tenham terminado os cursos em 2015 ou 2014.

Entre outros objectivos, este concurso pretende dar a conhecer as mais recentes propostas dos artistas que acabam de entrar no mundo arte; criar a oportunidade de realizar a primeira exposição para apresentação de trabalho; propor uma dinâmica mais competitiva entre as escolas; cativar o mercado da arte, criando novas possibilidades de aquisição por parte dos coleccionadores.

Para mais informações, nomeadamente sobre a elegibilidade e processo de candidatura, consultar o Regulamento do concurso.

Antinomies of Art and Culture

A Sala de Leitura Paulo Reis recomenda Antinomies of Art and Culture: modernity, postmodernity, contemporaneity, editado por Terry Smith, Okwui Enwezor e Nancy Condee, publicado por Duke University Press.

O livro reúne textos de reconhecidos teóricos, críticos, artistas e curadores, entre eles Antonio Negri, Boris Groys, Geeta Kapur e Bruno Latour, que exploram sobre as novas formas de conceber o presente e entender as artes e a cultura em relação a ele. Desde perspectivas inusuais os textos revisitam alguns dos temas chave relativamente á modernidade e a pós-modernidade, o vínculo entre a arte, a política e os câmbios sociais. Tratasse duma pesquisa incisiva sobre como entender, descrever e representar o momento contemporâneo.

Hölderlin Variations de Raúl Hevia

A Sala de Leitura Paulo Reis recomenda Hölderlin Variations de Raúl Hevia, quem participou no 14º programa de Exposições do Carpe Diem Arte e Pesquisa. 

 

Este livro de artista é fruto duma residência que Raúl Hevia fez no Centro de Arte Faro de Cabo Mayor, em Espanha, durante Júlio do 2015. O artista residiu durante três semanas numa das salas do centro, a mesma onde depois se fez a exposição do trabalho plástico produzido durante este período.  

Como método de trabalho e exercício de reflexão, Hevia manteve uma relação directa com a paisagem, oferecida desde uma das janelas da sala. A janela, moldura da paisagem e da vida do artista neste espaço, foi o umbral que separou os dois mundos traçados pelo autor: o interior e o exterior, os limites e a imensidade, a ração e a imaginação. O trabalho final de Raúl Hevia, que revisita a história do poeta alemão Friedric Hölderlin, esteve composto de fotografias, instalações e deste livro que interpreta a sua própria experiencia nesta residência.   

 

Outros livros do mesmo autor disponíveis na nossa Sala de Leitura: 36 años sin tristeza; Manual para ser mi propio padre. 

Be, "politics & surrogates"

Be, "politics & surrogates"

 

A Sala de Leitura Paulo Reis recomenda a revista Be, uma publicação anual sobre arte e crítica, editada pelo centro Künstlerhaus Bethanien de Berlin e dirigida por Bijan Duwallu e Jeus Asthoff.

Baixo o editorial Occupy Art este número documenta os cruzamentos entre arte e política desde a perspectiva de 25 artistas de 18 nacionalidades diferentes, residentes no centro cultural durante o 2012.

Be, politics & surrogates; #19, 2012.  

Mais de 11 mil pessoas viram o 13.º Festival Temps D´Images em Lisboa

A programação da 13.ª edição do Temps D`Images, festival transdisciplinar que terminou em janeiro, atraiu 11.290 pessoas, aos cerca de 30 espetáculos, conferências e projeções, anunciou hoje a organização. 

O festival abriu em outubro do ano passado, com "Amor e Política", de Maria Gil e Miguel Bonneville, e decorreu até ao final de janeiro último, tendo apresentado duas novas secções, dedicadas à nova dramaturgia e à vídeo arte.

Nesta edição, o Temps D`Images apresentou "O Lugar do Olhar", um `open call`, que, em parceria com o Teatro Nacional D. Maria II, teve como objetivo apoiar e promover novos artistas e novas dramaturgias.

A outra secção foi o Loops.Lisboa, uma nova competição que, em parceria com o Museu do Chiado, procurou divulgar a essência da linguagem do cinema e da vídeo arte, através do convite para a investigação do conceito de `loop`, a artistas portugueses e estrangeiros, residentes em Portugal.

De acordo com a organização, a nova secção dedicada às dramaturgias obteve 58 candidaturas, e o Loops.Lisboa, 117.

Conferências e competições de cinema e de `artes performativas` fizeram parte de um programa que reuniu projetos da dança ao teatro, dos estaleiros criativos ao cinema e instalação, em vinte locais de Lisboa, ao longo de cem dias.

Ágata Pinho, Alexandre Pieroni Calado, Andresa Soares, Barbara Matijevic, Capicua, Carlota Lagido, Elmano Sancho, Giuseppe Chico, Gustavo Ciríaco, Joana Pimenta, Jonas Lopes, Mara Castilho, Maria Gil, Mariana Tengner Barros, Miguel Bonneville, Pedro Manuel, Ricardo Cabaça, Rui Catalão, Sónia Batista, Tiago Cadete e Vitalina Sousa foram alguns dos artistas que participaram nesta edição.

A programação percorreu o Teatro Nacional D. Maria II, os teatros municipais São Luiz e Maria Matos, o Teatro da Politécnica, o Espaço Alkantara, o espaço Cão Solteiro, Centro Cultural de Belém, Clube Estefânia, Museu do Chiado, Carpe Diem - Centro de Arte e Pesquisa, Universidade Católica, LX Factory, Negócio ZBD (Zé Dos Bois), Teatro Taborda e Appleton Square.

O Temps D`Images, em Lisboa desde 2003, mantém como objetivos aproximar artistas, em encontros e discussões criativas, e possibilitar a visibilidade e circulação dos trabalhos apresentados através de parcerias, nacionais e internacionais. 

A programação foi assinada por António Câmara Manuel, diretor do festival, com programadores e diretores artísticos, das diferentes entidades envolvidos, Aida Tavares, Alisson Avila, Emília Tavares, Irit Batsry, Jorge Salavisa, Jorge Silva Melo, Lourenço Egreja, Madalena Wallenstein, Mark Deputter, Maria Furtado, Tiago Rodrigues e Thomas Walgrave.

In RTP.pt

Exposição de Março a Junho de 2016

Sábado, 19 Março, 2016 - 17:00

Fabrizio Matos   http://cargocollective.com/fabriziomatos 

Fabrizio Matos nasceu na Figueira da Foz em 1975. Vive e trabalha no Porto. É Professor Assistente na Faculdade de Belas Artes do Porto 2014. Das exposições individuais que realizou, destacam-se: "Vita Brevis" VPF Cream Art, Lisboa 2013 ; "Ao Kilómetro seis",MCO Arte Contempõranea, Porto(2009), Project Room -comissariado de Páco Barrágan, ( Arte Lisboa 2008), " San Francisco", Piso Zero, Galeria MCO Arte Contemporânea, Porto, " Let´s dance",Galeria Maria Llanos, Cáceres(2007). Entre as exposições colectivas em que participou destacam-se; 2014 -A Boca do Inferno, comissariado por Oscar Faria, Sismografo , Porto; Projecto Atlas, Museu Bernardo, Caldas da Rainha, Espaço Mira, Porto; Igreja de S.Vicente, Évora; Troca-se por arte 2013; e 2012; "Uma viagem um destino", MCO Arte contempôranea, Porto(2008), "Opções e futuros",comissariado por Miguel Amado para a Arte Contempo, Lisboa(2008), Wall paper, Stock House- MCO Arte Contemporânea, Porto, Nine solitaire positions, Galeria Academia, Salzburgo(2006), "Portuguese young artists", Mario Mauroner Contemporary Art, Salzburg(2006), "Portugal Today", Mario mauroner Contemporary Art, "WWW.Plot@rt Europa ( Atene- Dot Galerie, Espinho-centro Multimeios, Diest-Galerie Hart Diest, Lugano- Fondazionecarlo Molineris, Madrid, galeria Blanca soto, Paris- Galerie Kiron, Roma- Galleria Arturarte, Spukenisse-Rar Galerie, Viborg- Senko Studio, Valência- Sala Naranja.Viena. Mono no CAPC,Coimbra 2010, Corte do Norte, Plataforma Revólver Lisboa 2011.

Inês d'Orey   http://www.inesdorey.com

Inês d'Orey nasceu no Porto em 1977. No seu trabalho utiliza como principal meio a fotografia. Entre 1999 e 2002, estudou Fotografia na London College of Printing, em Londres, com bolsa do Centro Português de Fotografia. Desde 1999 que o seu trabalho tem vindo a ser frequentemente publicado e exposto em Portugal e no estrangeiro. Em 2007, foi a vencedora do prémio Novo Talento Fotografia FNAC. Publicou em 2010 o seu primeiro livro, 'Mecanismo da troca', e em 2011 'Porto Interior'. Inês d'Orey é representada pela Galeria Presença.

Miguelangelo Veiga   http://www.galeriapresenca.pt/site/index.php?pag=artistas&subpag=detalhe...

Miguelangelo Veiga (n. Lisboa 1974) licenciou-se em Pintura no ano de 2003 pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, frequentou em 2007 a Escola de Artes Visuais Maumaus. Desenvolve investigação no campo das artes visuais desde 2000, nomeadamente, nas vertentes de Desenho, Pintura, Instalação e Vídeo. Em 2002, realizou a primeira mostra coletiva com destaque público: “The opposite direction/ easily reversible”, na Galeria Zé dos Bois (ZDB) destacam-se as participações no Open studio/Residência “O Sítio das Artes”, promovido pelo Fórum Cultural - O Estado do Mundo no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (2007). Em 2010, foi selecionado pelos curadores da The Phillips Collection e do Katzen Arts Center American University Museum para representar Portugal na exposição “Loop: Contemporary Vídeo Art From the E.U.”, no National Portrait Gallery, em Washington D.C. Em 2013, integrou o programa de Projetos Associados da Trienal de Arquitectura de Lisboa – Close, Closer – com “Domino / Ready for the fall em Curating the Domestic - Images at Home”. É actualmente representado pela galeria Presença no Porto e pela Galeria Sete em Coimbra, integra diversas coleções públicas e privadas destacando-se; PLMJ (Portugal), Centro de Artes Plásticas de Coimbra (Portugal), Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (Portugal), Al Maqam (colec. Mohamed Mourabiti, Marrocos), Fundação do Fórum de Assilah (Marrocos) e a colecção Al Asmakh International Art Collection (Qatar). Vive e trabalha em Lisboa.

Pedro Vaz   http://www.pedrovaz.com 

Pedro Vaz (Maputo, 1977) obtém a graduação em Artes Plásticas - Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2006. No passado ano foram apresentadas as exposições individuais; Atlântica, na Baró Galeria em São Paulo, Neblina, na galeria 111, em Lisboa, e Monólito, no Centro Cultural Casa da Cerca em Almada. Em 2014 foi premiado no concurso internacional Beers Contemporary Award for Emerging Art, em Londres, e recebeu apoio para o desenvolvimento do projecto Tour du Mont-Blanc pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Duplacena. No mesmo ano, destacam-se as exposições individuais; Tour du Mont-Blanc, inserido no Festival Temps D´images 2014, e apresentado no MNAC: Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado em Lisboa, e Stimmung exibida no CAPC - Círculo de Artes Plásticas de Coimbra. Nas colectivas; Raukoon - Pedro Vaz X João Queiroz, também no CAPC, e 50 Anos da Galeria 111 em Lisboa. Pedro Vaz, vive e trabalha em Lisboa.

Tiago Baptista   http://www.3m1arte.com/3mais1/index.php?p=2&artinfo=2&bio

Tiago Baptista (Leiria, 1986) estudou Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha. Vencedor do Prémio Aquisição Amadeo de Souza-Cardoso 2015 e do Prémio Fidelidade Mundial Jovens Pintores em 2009. Das suas exposições destacam-se em 2015 A pequena realidade, Galeria 3+1, Lisboa; em 2014 Psalm na Galeria Cossoul, Lisboa; em 2013 Prémio EDP Novos Artistas, Fundação EDP e Casa da Música, Porto, Os filmes que não vi aqui, Teatro José Lúcio da Silva, Leiria e Under the influence of, João Cocteau, Berlim; em 2012 Tem calma, o teu país está a desaparecer, Galeria Zé dos Bois, Lisboa; em 2011 Guimarães Arte Contemporânea 2011, Palácio Vila Flor e Laboratório das Artes, Guimarães; em 2010 A culpa não é minha - Obras da Colecção António Cachola, Museu Colecção Berardo, Lisboa; em 2008 Anteciparte '08, Museu da Cidade, Lisboa. Em 2013 participou na residência artística da Culturia em Berlim e desde 2010 está em residência artística na Galeria Zé Dos Bois. Vive e trabalha em Lisboa.

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